Devaneios futurísticos

Oi. Estamos no meio de uma sexta-feira e eu tenho certeza de que já tem gente pensando com força no happy hour, na balada de sabadão, no almoço de domingo… Mesmo assim, faço questão de cortar este clima (só por alguns minutos) convidando-os a refletir comigo sobre algo em que estive pensando esta semana.

Sempre gostei bastante de ler, pensar e, principalmente, observar o comportamento e as interações sociais entre as pessoas (neste último, inclusive, venho dedicando mais tempo com o passar dos anos). Quando tenho uma destas brechas em que se está num um shopping com a família e é o “dia de comprar roupas”, fico alguns preciosos minutos (horas) me ligando na galera que passa.

Venha comigo. Sente-se aqui. Veja como as pessoas se movimentam, como interagem com as outras – conhecidas e desconhecidas , como comem, como riem, como vivem. Curioso, não? Veja aquele casal de namorados sentados de frente um para o outro, ocupando todo um banco. Veja aquela família com pai, mãe e três filhos. Veja aquele grupo de jovens cheios de energia, aprendendo a flertar uns com os outros. Veja o casal de idosos, com as bochechas rosadas e rostos rechonchudos. As crianças correndo em direção à loja de brinquedos, os seguranças passando falando no rádio, um casal que passa discutindo de mãos dadas… É muito movimento, não acha? Isso não é lindo?

Pare. Respire. Se você tiver visualizado estas cenas comigo, consulte a enxurrada de coisas que lhe vem à cabeça. Procure nesta sua nuvem de pensamentos o que parece mais singular: As diferenças. Agora, pense em como compreender e respeitar estas diferenças são, me arrisco a cogitar, a missão mais importante da sociedade uma vez que, a partir desta compreensão, serão traçados os rumos futuros.

Pense nos jovens: eles mais jovens sempre têm a capacidade de nos encher de esperança – quando toda sua energia é alinhada com algum propósito. Eles têm sonhos. E muitos sonhos deles não são realizados simplesmente porque nossa intolerância às diferenças transforma em pedra o futuro que seria brilhante. Precisamos ser tolerantes. Precisamos abrir nossa mente ao futuro e evoluir, de fato. E este é o primeiro passo para um futuro brilhante.

Mas tem um outro fator muito importante. A máxima de que “Os jovens são o futuro” e é “a Educação a base de tudo” é, no meu conceito, verdadeira. E sem querer me prender à dura realidade das condições de ensino do nosso País e do interminável debate sobre desigualdade social e má distribuição de renda, eu gostaria de apresentar um projeto grandioso que une os sonhos dos jovens com possibilidades de uma educação que ajude a melhorar o futuro.

Para este post não ficar imenso, vou falar sobre o projeto com mais exclusividade, em um próximo post. Mas se você já quiser saber do que estou falando neste post maluco, clica aqui.

Pra fechar: terminei de escrever e reli tudo antes de clicar em “Publicar”. Aí me dei conta de como a maioria dos meus textos insinuam uma incoerência lógica de pensamentos em vários pontos. kkkk Eu ri. Ri, porque sou realmente assim – com pensamentos incoerentes, meio maluco e, talvez, eu sonhe demais. Mas como é impossível sonhar sozinho, eu te convido a vir comigo. Compartilhe seus sonhos. Você sabe onde me encontrar.

Abraço.

 

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